Políticas Editoriais

Âmbito

A Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social [RPICS] é uma publicação semestral do Departamento de Investigação & Desenvolvimento do Instituto Superior Miguel Torga dedicada à investigação na área pluridisciplinar que caracteriza o seu projeto editorial desde 2015, incluindo as ciências do comportamento (psicologia, neuropsicologia, terapias familiares, pedagogia, medicina, neurociências, etc.) e sociais (serviço social, sociologia, gestão, etc.). 

RPICS é financiada através de recursos próprios e tem como objetivo publicar e difundir estudos sobre processos emocionais, dimensões neuropsicológicas, processos sociais e comportamentais ao longo do ciclo vital, programas e processos terapêuticos, psicometria e temas relacionados com a sociedade, valores, identidades e relações sociais. 

RPICS dirige-se a psicólogos, assistentes sociais, sociólogos, enfermeiros, médicos e outros profissionais com interesse na investigação comportamental e/ou social.

Esta revista de acesso aberto aceita a submissão de artigos originais com dados empíricos e artigos de revisão ou de metanálise em português, inglês ou espanhol, dando especial boas vindas aos trabalhos de investigação de Países de Língua Portuguesa. A revista faz chamada permanente para artigos; ou seja, os autores podem submeter artigos para consideração ao longo do ano. 

Os autores não têm de comportar qualquer taxa pelo envio dos seus trabalhos para revisão, nem taxas de processamento.

As editoras-chefes decidem sobre o conteúdo de cada número em função das propostas quer do corpo editorial quer dos autores. O primeiro filtro de qualidade é efetuado pelas editoras-chefes ou por um dos membros do corpo editorial. Para além desse filtro, cada um dos trabalhos passa por uma avaliação dupla externa anónima realizada por revisores especialistas na área do artigo.

 

 

 

 

 

 

 

 

Políticas de Secção

Editorial

Seleccionado Submissões Abertas Seleccionado Indexado Seleccionado Revisto pelos Pares

Artigo de Revisão

Seleccionado Submissões Abertas Seleccionado Indexado Seleccionado Revisto pelos Pares

Artigo de Metanálise

Seleccionado Submissões Abertas Seleccionado Indexado Seleccionado Revisto pelos Pares

Artigo Original

Seleccionado Submissões Abertas Seleccionado Indexado Seleccionado Revisto pelos Pares

Separata Pedagógica Estatística

Seleccionado Submissões Abertas Seleccionado Indexado Seleccionado Revisto pelos Pares
 

Processo de Revisão por Pares

A Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social usa um processo de revisão por pares estritamente anónimo, sendo o nome do revisor ocultado ao autor. O revisor pode, por critério pessoal optar por revelar o seu nome ao autor no seu comentário, mas a nossa política padrão é que a identidade permaneça escondida.


Cada manuscrito é avaliado por pelo menos dois revisores. Todos os manuscritos são revistos tão rapidamente quanto possível, e uma decisão editorial é geralmente obtida em (por exemplo) 4-6 semanas após a submissão. Nenhuma pessoa está autorizada a assumir papel na revisão por pares se tiver algum interesse definido da seguinte forma: consultoria em artigos da revista, propriedade compartilhada, qualquer relação próxima com os autores, ser membro de uma organização cujos interesses podem ser afetados pela publicação do artigo.

 

Instruções para Revisão

 

Os revisores são convidados a seguir as seguintes orientações éticas:

1. Manter a confidencialidade sobre os manuscritos.

2. Não partilhar dados com colegas antes de o manuscrito ser publicado.

3. Não reproduzir o manuscrito.

4. Declinar se tiverem algum preconceito contra os autores ou contra a investigação.

5. Declinar se tiverem algum conflito de interesses, revelando qual o conflito de interesses. Os conflitos de interesse podem ser definidos como um conjunto de condições (p. ex., competição académica, determinados valores filosóficos e crenças) que podem resultar numa avaliação tendenciosa ou injusta do manuscrito.

6. Respeitar os prazos de tempo especificados e informar se se tornar impossível concluir a análise em tempo útil, pedindo orientação sobre a possibilidade de recusar-se a rever o manuscrito ou obter um período adicional especificado.

7. Declinar se não o podem fazer no período especificado.

8. Informar se já fizeram a revisão prévia do manuscrito para outra revista.

9. Não usar a revisão como forma de promover a sua própria investigação, nem sugerir a rejeição do trabalho porque ele contradiz o seu próprio trabalho.

 

Passos no Processo de Revisão

1. Fornecer uma avaliação honesta e construtiva do valor do manuscrito.
2. Verificar se o estilo de escrita é:

  • Claro: ideias escritas de forma direta e não ambígua.
  • Conciso: ausência de redundância, apresentação de palavras e frases que comunicam a ideia de forma simples.
  • Correto: gramática e pontuação precisas.

3. Analisar os pontos fortes e fracos do estudo em cada secção do manuscrito. Por exemplo:

  • Na Introdução, os autores fornecem uma linha de argumentação convincente, citam fontes importantes, focam em ideias (e não em factos ou descobertas discretas), e colocam questões ou hipóteses derivativas da teoria?
  • Nos métodos, as estratégias são descritas claramente, a descrição da amostra apresenta detalhe suficiente, as medidas são bem operacionalizadas e têm características psicométricas apropriadas? Os métodos estatísticos são os mais adequados e estão bem justificados.
  • Os resultados são apresentados de forma clara e seguem a ordem das perguntas de pesquisa? As tabelas ou figuras são necessárias e claras?
  • Na discussão, os resultados são apresentados de forma é concisa e precisa e representam os dados apresentados previamente? Os resultados são integrados no contexto de um debate teórico mais alargado, incluindo as referências revistas na introdução? Foi feito um esforço de ir para além dos factos e de apresentar explicações? As questões introdutórias estão respondidas? As limitações foram refletidas.

4. Dar sugestões sobre como tornar o manuscrito mais completo, relevante e legível.

5. Fazer perguntas específicas aos autores para que estes tornem o manuscrito mais relevante para o público-alvo, mas não fazer perguntas só porque são interessantes aos revisores, respeitando os objetivos e o desenho do estudo.

6. Confirmar as referências bibliográficas e indicar outras se tal for apropriado.

7. Indicar ao editor se:

  • O manuscrito deve ser rejeitado na RPICS.
  • O manuscrito deve ser aceite condicionalmente.
  • O manuscrito deve ser aceite.


Os membros do Corpo Editorial comprometem-se a efetuar 4 a 6 revisões anuais e a fazê-lo em tempo útil. Aqueles que consistentemente declinarem fazer revisões ou que o não façam dentro dos prazos são convidados a deixar o Corpo Editorial.


Todos os revisores serão pontuados pela qualidade e pela pontualidade (até 5 pontos). A alta qualidade e a oportunidade das opiniões são essenciais para a valorização da RPICS. Revisores que fazem análises de valor elevado de forma atempada estão a fornecer um serviço essencial à revista.

 

Os revisores têm os seguintes direitos

1. Ser informados da decisão do Editor sobre manuscritos que avaliaram para a RPICS, caso o solicitem.

2. Receber os comentários dos outros revisores para a sua própria edificação, caso o solicitem.

3. A lista dos membros do Conselho Editorial será publicada em cada edição da revista.

4. Os revisores que contribuam para a alta qualidade da revista (4-5 pontos) serão incluídos na lista de Revisores da RPICS na última edição do ano de publicação, podendo ser convidados para o Corpo Editorial do ano seguinte.


Os revisores são aconselhados a orientar-se pelas seguintes referências:

Ramos-Alvarez, M. M., Moreno-Fernández, M. M., Valdés-Conroy, B., & Catena, A. (2008). Criteria of the peer-review process for publication of experimental and quasi-experimental research in Psychology: A guide for creating research papers. International Journal of Clinical Psychology and Health, 8, 751-764.

 

Fontes

Council on Scientific Editors appearing Editorial Policy Statement (2005). Science, 25(6). S. P.


Dembowski, F. L. (2010). Guidelines and advice to authors, editors and reviewers for professional journals and conference Proposals. International Journal of Organizational Innovation, sv, 1-53.

 

 

 

Periodicidade

A RPICS é publicada semestralmente, sendo os seus artigos publicados coletivamente em cada sumário.

 

Política de Acesso Livre

A RPICS oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.


DOAJ   OPEN 

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

Os outros arquivos incluem a Porbase da Biblioteca Nacional de Portugal, o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal e o Latindex.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipos de Artigos

A RPICS publica três tipos de manuscritos: 

Investigação Original: Estes são artigos que descrevem investigação original de alta qualidade em temas sociais e/ou comportamentais. Limites de palavras: 7000Máximo de Referências: 50. Requisito de Resumo: Sim.


Revisão ou Metanálise: Estes artigos fornecem uma revisão sistemática ou metanalítica de um tema das ciências sociais ou comportamentais. Em circunstâncias excecionais, estes manuscritos podem ultrapassar o tamanho especificado, mas isso deve ser negociado com os Editores no momento da apresentação. Limites de palavras9000. Máximo de Referências100Requisito de ResumoSim.


Carta ao editor: A carta ao editor pode ser enviada à RPICS para apresentar um ponto de vista sobre um assunto referente às áreas social e/ou comportamental, para explicar um tópico novo e relevante à comunidade científica ou para comentar, questionar ou criticar um artigo previamente publicado (ver informação adicional em Correspondência Sobre Artigos Publicados). Limites de palavras300. Máximo de Referências5Requisito de ResumoNão.

 

Ética e Política Anti-plágio na Publicação

Ética

O trabalho descrito no seu manuscrito deve seguir o Code of Ethics of the World Medical Association (Declaração de Helsínquia) para estudos com seres humanos.

A RPICS atribui a maior importância à integridade ética dos seres humanos envolvidos nas investigações descritas. Nesse sentido, na secção "Métodos", os autores devem identificar a aprovação da comissão de ética e descrever que todos os sujeitos concordaram em participar no estudo e que assinaram uma declaração de consentimento livre e esclarecido. Os autores devem ainda descrever os métodos usados para avaliar a capacidade dos participantes entenderem e darem o seu consentimento informado, e as estratégias utilizadas no estudo para garantir a proteção do participantes.


Política Antiplágio

A RPICS defende seriamente a integridade na publicação e a sua reputação contra procedimentos condenáveis, tomando medidas contra a violação dos direitos de autor, plágio do trabalho de outros (direto, acidental ou em mosaico) ou auto-plágio. 

Os autores devem:

• Visitar o website do COPE, que contém informações para autores e editores sobre a ética em pesquisa;

• Referenciar os autores ou organizações detentores da propriedade intelectual do conteúdo usado na revisão do estado da arte;

• Referenciar explicitamente os autores ou organizações detentores de dados, da propriedade intelectual da análise ou interpretação de dados, métodos ou materiais.

Da parte dos editores, na altura da submissão, as medidas incluem:

• A leitura primária especializada de um editor da revista, que avalia os principais focos de plágio (e.g., Introdução, Discussão);

• A avaliação dos manuscritos através de uma revisão exaustiva em motores de busca convencionais (e.g., Google, Bing, Yahoo);

• A análise dos manuscritos através das licenças de uso livre e gratuito disponíveis em Plagium.com e Plagiarisma.net;

• O manuscrito que apresente uma percentagem de duplicação entre 3,0 e 5% poderá ser rejeitado e aquele que apresente uma percentagem de duplicação acima dos 5% será automaticamente rejeitado.

Pós-publicação, os editores poderão ainda recorrer aos procedimentos seguintes:

• Verificação de manuscritos que sofreram queixas de plágio ou de uso incorreto de dados, métodos, etc.;

• A deteção de plágio ou de inclusão de material com direitos autorais de terceiros envolverá: 1) a publicação de um erratum ou corrigendum; remoção do artigo da RPICS; 2) o contacto com o reitor ou diretor da instituição do autor e/ou instituições científicas; 3) a não aceitação de qualquer outra submissão do(s) autor(es); e/ou o procedimento de ação legal.

 

 

Autoria

A RPICS considera que um contribuinte num estudo é autor se obedecer aos seguintes critérios do International Committee of Medical Journal Editors:

• Contribuiu substancialmente para a conceção ou planeamento do estudo; ou recolheu, analisou, ou interpretou os dados para o estudo; E

• Esboçou a versão escrita original ou reviu criticamente importante conteúdo intelectual; E

• Aprovou a versão final a ser publicada; E

• Concordou em ser responsabilizado por todos os aspetos do trabalho, assegurando-se de que as questões relativas à correção ou integridade de todas as partes do trabalho foram investigadas e resolvidas adequadamente.

 

 

 

Correspondência sobre artigos publicados

Comentários, questões ou críticas sobre artigos publicados devem ser submetidos ao editor-chefe como Carta ao editor através do Sistema de Submissão. Este tipo de cartas deve focar em aspetos científicos, clínicos ou éticos dos artigos publicados. Os ataques pessoais aos autores não são aceites.

Os autores dos artigos discutidos na correspondência têm a responsabilidade de responder aos comentários substanciais do relativos ao seu trabalho, usando o mesmo mecanismo. A resposta será solicitada pelo/a editor/a.

Aos autores da correspondência solicita-se que declarem conflitos de interesses (incluindo relações financeiras, relações pessoais ou rivalidades, competição académica ou crenças intelectuais).

A correspondência sobre artigos publicados tem como limite as 300 palavras.